Fundada em 1979 por oito casais que desejavam colocar em prática sua responsabilidade social, a Associação BeneficenteSanta Zita de Lucca (ABSZL)contribui para a redução de crianças em situação de vulnerabilidade social. Desde sua criação, a instuição dedica-se à educação infantil (até 6 anos). A partir de 2004, passou a atender crianças com até 14 anos, oferecendo atividades de reforço escolar e recreação no turno inverso à escola. Também são oferecidos atendimentos feitos por uma equipe multidisciplinar e quatro refeições diárias.
Crianças em homenagem às mães
A ABSZL não é apenas uma creche, pois tem como principal diferencial a educação com excelentes resultados e um altíssimo índice de aprovação escolar. Na educação infantil há 125 crianças que recebem cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento cognitivo. A educação infantil propicia brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma a contribuir para o acesso ao conhecimento.O Serviço de Assistência ao Educando (SASE), destinado à idade dos 6 aos 14 anos, proporciona uma rotina que possibilita a expressão oral, corporal e cognitiva, na participação de oficinas variadas e em projetos desenvolvidos pelos educadores.
Confira as maiores necessidades da ABSZL:
Parceiros que ajudem a obter recursos para a conclusão de um prédio que objetiva atender integralmente toda a comunidade da Vila Maria da Conceição e arredores. Atualmente há uma fila de espera de mais de 200 crianças.
Doações de notas fiscais para o programa “Nota Solidária” e voluntários para esta área. Há dificuldade em montar uma equipe, já que muitos preferem lidar diretamente com as crianças.
Voluntários para ajudar no brechó e doações de roupas.
Alimentos perecíveis como carne e peixe.
Mais informações pelo e-mail st.zitadelucca@gmail.com ou pelo telefone (51) 3336.1880. O endereço da ABSZL é Rua Batista Xavier, 600, Vila Maria da Conceição, em Porto Alegre.
Desde 1968, a Associação Evangélica Luterana de Caridade (AELCA) assegura a crianças e adolescentes a oportunidade de desenvolvimento psicomotor, afetivo, cognitivo, social e espiritual. A entidade dá assistência a 200 crianças com idades entre zero e 14 anos, em situação de extrema vulnerabilidade social e pessoal, residentes nos becos da Vila Jardim.
A AELCA realiza três programas de assistência. O Educação Infantil atende 120 crianças de zero a cinco anos, em turno integral. Elas trabalham a coordenação motora, noções de espaço, desenvolvem o pensamento lógico, aprendem as cores e os números e saem preparadas para serem alfabetizadas na escola. O serviço funciona das 7h às 18h e fornece alimentação e roupas para quem precisa. A diretora Elaine Timmen conta que metade das crianças não paga nada. “Ou a família está desempregada, ou tem pai ou mãe presos, ou estão no tráfico de drogas ou ainda são usuários de drogas. Assim, existe um quadro social de extrema necessidade”.
A AELCA fica na Vila Jardim, em Porto Alegre
O Serviço de Apoio Sócio Educativo (SASE) atende 80 crianças entre seis e 14 anos, com três turmas divididas por faixa etária compatível e funciona em contra turno escolar. Nenhum deles paga nada e todos recebem alimentação. São realizadas leituras, artesanatos, jogos, atividades que possam ajudar no rendimento escolar, praticados esportes e aulas de Hip-hop. E o Núcleo de Apoio Sócio Familiar (NASF) atende 40 famílias em situação de vulnerabilidade. Elas recebem auxílio de assitente social e ajudas como passagem de ônibus para ir ao médico e cestas básicas para as mais necessitadas.
A instituição se mantém por meio de convênio com aSecretaria Municipal de Educação e com a Fundação de Assistencia Social e Comunitária (FASC), um pouco com o programa Mesa Brasil do Sesc, com a ajuda do Nacional (com pães), da Ceasa (com verduras), da comunidade luterana e com valores entre R$ 10 e R$ 100 que alguns pais colaboram. Mas as despesas para manter o lugar e pagar os funcionários são grandes. Por isso, veja como você pode ajudar a dar continuidade a esse trabalho:
- Doando alimentos como carne (gado, galinha, peixe, salsicha), azeite, polpa de tomate, verduras e frutas.
- Doando produtos de higiene e limpeza como água sanitária, papel higiênico, papel toalha, sabonete líquido, detergente e saco de lixo.
- Doando calçados e roupas (principalmente para a faixa etária entre 3 e 14 anos) e brinquedos.
- Doando roupas e outros utensílios para serem vendidos no brechó. O que não serve para as crianças é vendido em uma loja na Rua Santa Isabel, 21, quase esquina com a Av. Protásio Alves. Isso permite que se arrecade dinheiro para a instituição e que os moradores da vila tenham acesso a esses itens por valores bem baixos.
- Depositando qualquer quantia na conta da AELCA: Banco do Brasil - Agência 010-8 - Conta: 3918-7.
- Fazendo doações com dedução do Imposto de Renda por meio do Funcriança. Pessoa jurídica pode doar até 1% e pessoa física até 6%. Acesse o site http://funcriancapoa.procempa.com.br/funcriancapoa/, digite seus dados e escolha a AELCA como beneficiária.
- Ajudando no projeto de reforma do telhado, que tem o objetivo de dar continuidade ao trabalho realizado pela instituição em ambiente mais seguro. Entre em http://doacoes.portalsocial.org.br/Projetos/Projeto.aspx?IDProjeto=1129 e contribua com o valor desejado por meio de cartão de crédito ou boleto bancário.
A AELCA fica na Rua General Salvador Pinheiro, 799, bairro Vila Jardim, em Porto Alegre. O telefone é (51) 3334-6222, o e-mail aelca@uol.com.br e o blog http://aelca.blogspot.com.
O Ponto de Cultura - Projeto Vila na Trilha, em parceria com o o Grupo Hospitalar Conceição, está parado no momento, mas logo deve voltar a funcionar. Nele, cerca de 50 pessoas da comunidade participam de oficinas de artesanato, informática e aulas de Hip-hop.
A Associação de Cegos Louis Braille (ACELB) existe desde 1973. Mas foi em 2000 que, devido à falta de instituições que abrigassem o idoso deficiente visual, foi criada a Casa Lar do Cego Idoso. Hoje, o lugar acolhe permanentemente não só cegos, mas também idosos que possuem deficiência física, auditiva, Mal de Parkinson ou Mal de Alzheimer. Para cuidar da saúde deles, há uma equipe com médico, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, técnico em enfermagem e assistente social. São 40 velhinhos que precisam de você para serem cuidados, alimentados, vestidos e para receberem o carinho e a atenção que merecem.
A instituição conta com alguns parceiros que apoiam projetos, um convênio pequeno com a prefeitura de Porto Alegre, doações de pessoas físicas, o projeto "Nota Solidária" e a ajuda das famílias ou deles próprios por meio das aposentadorias. Porém, o gasto mensal com toda a manutenção da casa e o pagamento de funcionários é de cerca de R$ 45 mil. Por isso, é importante a sua colaboração. Veja abaixo algumas maneiras, destacadas em roxo, de como você pode ajudar a manter esse lar. A ACELB fica na Rua Braille, 480, bairro Rubem Berta, em Porto Alegre. O telefone é (51) 3340-6840.
Por meio de doações de produtos de higiene, principalmente de desodorante, talco e aparelho de barbear. Entre os alimentos, os itens que mais faltamsão leite, café, açúcar e bolacha doce e salgada.
Contribuindo com o valor que desejar por meio de boleto bancário, que pode ser retirado no sitewww.acelb.org.br, no link “Como Ajudar”.
ACELB é a única casa lar para idosos cegos do país
É importante também que haja mais voluntários que visitem os idosos, leiam para eles, conversem e passeiem no pátio para pegarem sol. De acordo com Valdeci Manoel da Silva, coordenador da casa, o que mais falta é gente para conversar com eles. “Isso é muito importante, pessoas que possam ouvir eles. O funcionário não tem tempo para isso. Ele entra no quarto, dá café, vê se está tudo bem e vai para outro quarto. E eles necessitam disso, de alguém que empreste os ouvidos para eles.”
Há também a necessidade de voluntários que façam a captação das notas fiscais para o projeto "Nota Solidária", do governo do Estado. Existem algumas pessoas que ajudam na digitação, mas não há alguém que se comprometa a recolher nos estabelecimentos as caixas de arrecadação.
Doando roupas ecomprando no brechó. Maria de Fátima Rodrigues, auxiliar administrativo da entidade, conta que eles aceitam qualquer tipo de doação de roupas. “O que serve paras os vôs e para as vós fica aqui na casa. O que não serve vai para o brechó para ser vendido.”
A ACELB possui uma máquina de fazer fraldas. Contudo, conforme Valdeci Manoel da Silva, não há pessoas que operem a máquina e ajudem na confecção das fraldas. “Não precisa ter nenhuma prática, somente vontade de fazer. Pode ser pessoa de idade ou qualquer um que queira ajudar”.
A lavadora de roupas semi-industrial que serve para lavar as roupas de todos que moram no abrigo está remendada, já foi consertada diversas vezes e está prestes a estragar.
Houve uma pessoa que ajudou a montar o site. No entanto, hoje não há ninguém que o atualize e ajude na divulgação do trabalho da entidade. Na ACELB existe um movimento de alfabetização, atividades físicas leves e até um grupo de pintura. Tudo para que eles tenham mais qualidade de vida. Tudo com a ajuda de voluntários. Veja o vídeo abaixo do “Gente de Primeira”, da TV Record:
O Centro de Reabilitação de Porto Alegre (CEREPAL) promove qualidade de vida ao paralisado cerebral, por meio de educação, valorização, assistência, reabilitação e integração com a sociedade. Os programas desenvolvidos em diversas áreas atendem os direitos e as necessidades dos pacientes e estendem ações de atenção às famílias, que atualmente são 156. Possui também o serviço de Medicina Física, que presta cerca de 3.500 atendimentos ambulatoriais fisioterápicos a pessoas vindas de todo o Estado.
Na Escola de Educação Especial CEREPAL há alunos a partir de 4 anos. O local possui classe de educação infantil, séries iniciais, ensino fundamental e oficinas pedagógicas. Hoje existem 93 alunos, em 13 turmas divididas nos turnos manhã e tarde. A entidade possui uma infraestrutura para atendimento em turno integral. Muitos dos que estudam na escola permanecem lá o dia todo, já que antes ou depois da aula participam de oficinas e recebem a alimentação e os cuidados necessários. A entidade possui uma equipe técnica com assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos fisiatras, nutricionistas, psicólogos e terapeutas ocupacionais, além de uma equipe de educação com pedagogas e professoras.
"Estacionamento" de cadeiras de rodas é
enfeitado com quadros feitos pelos alunos nas oficinas
O CEREPAL foi fundado por um grupo de pais com filhos portadores de lesão cerebral em2 de março de 1964. Se mantém por meio de convênios com órgãos públicos, da captação de recursos pelo Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Funcriança) e pelo valor que o Sistema Único de Saúde (SUS) repassa. Ainda há pessoas que fazem doações espontâneas. Mas segundo Rosane Anhaia, tesoreira da entidade, isso ainda não cobre totalmente o valor que precisam, pois há muitas dispesas: “A gente está sempre correndo atrás, termina mês, começa mês e a gente tem que correr atrás de dinheiro, porque falta”.
Para ajudar, o Clube de Mães, que é uma associação de mães de pacientes e alunos do CEREPAL, vendem rifas e realizam cursos entre elas para confeccionarem produtos para também serem vendidos. Além disso, organizam eventos como chás, galetos e brechós. Haverá um chá dia 09 de Junho, no valor de R$ 15, no Colégio Dom Bosco, em Porto Alegre, perto do CEREPAL, que fica localizado no bairro Passo D´areia, na Rua Brigadeiro Oliveira Nery, 100 e 115. Em outubro será realizado outro chá e, em setembro, um galeto. Para mais informações ligue para (51) 3342-9753 ou 3343-7586.
O trabalho que o CERAPAL realiza precisa ser divulgado para que empresas e pessoas que têm condição de ajudar, assim façam, e para que os que precisam de ajuda, sejam ajudados. Sonali Zilio, vice-presidente do CEREPAL, reclama que são mostradas muitas outras entidades filantrópicas, mas que falta mídia para mostrar o que eles fazem: “O CEREPAL tem 47 anos, faz esse trabalho maravilhoso e não aparece em lugar nenhum, daí muita gente não conhece”, conta ela. A tesoureira Rosane Anhaia complementa: “Nós precisamos de um padrinho forte, como a AACD tem por exemplo, para nos manter na mídia. "É importante que as pessoas conheçam o trabalho que é feito aqui no CEREPAL, mas para que isto aconteça é necessário divulgação. Precisamos de divulgação na mídia, mas não temos disponibilidade financeira para arcar com estes custos."”. Sonali Zilio e Rosane Anhaia são mães voluntárias e não ganham nenhum tipo de remuneração. Ambas têm filhos que recebem tratamento na entidade.
O SOS Casas de Acolhida surgiu em 1993 devido à necessidade de um local para abrigar crianças vítimas de violência doméstica, que muitas vezes permaneciam hospitalizadas por falta de local adequado para protegê-las. Hoje, há 25 crianças entre zero e seis anos de idadena unidade de acolhimento de Porto Alegre, no bairro Cristo Redentor, e 23 na unidade de Canoas, no bairro Estância velha. Também em Canoas, desde 2008, funciona a Casa Lar, um abrigo permanente onde são acolhidas oito crianças e adolescentes. A entidade faz um trabalho para que as crianças possam superar os traumas, desenvolver suas potencialidades, elevar sua autoestima e construir um futuro mais positivo e pacífico. Elas são acolhidas, ganham cuidados médicos, acompanhamento psicológico e com assistente social e recebem a proteção que precisam até a decisão judicial, que pode ser voltar para a sua família de origem, ficar com um parente próximo, ser adotada ou ainda ir para uma Casa Lar. Lá, elas passam a constituir uma família social, cuidada por uma mãe social, assegurando seu direito à convivência familiar
Para manter as três unidades, que atendem ao todo 56 crianças, há um convênio com as prefeituras de Porto Alegre e de Canoas. No entanto, o valor repassado é pouco para suprir todas as despesas. Para isso, o SOS Casas de Acolhida conta com diversos tipos de contribuições. Veja abaixo como você pode ajudar.
- Sendo um sócio da paz ou sócio-colaborador. Você contribui mensalmente com a quantia que desejar. Ao preencher o cadastro no site www.acolhida.org.br/como-ajudar/socio-colaborador, um DOC (com o valor em branco) será enviado pelo correio para você estipular quanto doará mensalmente.
- Participando do projeto do governo do Estado “Nota solidária”. Há poucos postos de arrecadação de notas fiscais, então você pode pegar uma caixinha na sede administrativa (Rua Miguel Tostes, 575, em Porto Alegre), colocar em um estabelecimento comercial e se responsabilizar em recolhê-las. Você pode também ajudar na digitação das notas fiscais. Depois de fazer um treinamento, é possível baixar o programa no seu computador e fazer as digitações em casa. Com esse trabalho, o governo do Estado repassa dinheiro à instituição.
-Participando do Nhoque Solidário, no dia 29 de maio, no restaurante Becco (Rua Borges de Medeiros, 3120, em Porto Alegre). Toda a renda será destinada à entidade. Os convites estão disponíveis na sede administrativa, no valor de R$ 39. Para mais informações acesse o site www.acolhida.org.br ou ligue para (51) 3335-1333.
- Doando roupas, materiais escolares, alimentos, fraldas, brinquedos, calçados, produtos de limpeza e de higiene. Mas o que mais falta, principalmente em Canoas, são itens como fralda, leite, carne, frutas e verduras. - Fazendo uma doação direta aos SOS Casas de Acolhida: Caixa Econômica Federal - agência 0435 - conta corrente 003.2497-0.
- Contribuindo para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Funcriança), principalmente em Canoas. Veja como é feito no www.acolhida.org.br/como-ajudar/fundo-da-crianca e ouça no áudio a seguir.
E assim como qualquel casa, há muitos gastos com a manutenção. Há um projeto de revitalização da Casa Lar para fazer um espaço com computador, lugar para estudar, área de lazer, jardim, horta, churrasqueira. Tudo isso para melhorar a convivência familiar. Nas casas de apoio também é preciso fazer melhorias nas cozinhas, nas lavanderias e arrumar um espaço de recreação coberto na rua. Mas os gastos com itens básicos (principalmente em Canoas, onde são recebidas poucas doações) acabam não deixando esses projetos irem a diante.De acordo com Sonia Bagatini,psicóloga e assessora da diretoria, as unidades de Canoas são muito mais necessitadas que a de Porto Alegre: “O valor que a prefeitura nos repassa é bem mais baixo que o de Porto Alegre, a população de lá tem uma mentalidade de não participar. É preciso fazer um trabalho muito intenso lá na sociedade de Canoas”, conta ela.
O Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul (ICI/RS) foi o primeiro local visitado para dar início ao blog. Em quase vinte anos de existência, já foram atendidos 1457 pacientes. O centro de apoio fica na Rua Francisco Ferrer, 276, em Porto Alegre, próximo ao Hospital de Clínicas. E é na unidade de Oncologia Pediátrica desse hospital que crianças e adolescentes recebem todo o tratamento contra o câncer. A média de crianças que saem clinicamente curadas ultrapassa os 70%, índice igual aos alcançados nos Estados Unidos e na Europa. O ICI/RS não tem mantenedores. Tudo é conseguido por meio de doações, eventos e projetos. São realizados cerca de 80 atendimentos por mês, então o que chega sai rápido. Muitas vezes faltam itens básicos, que são comprados com o dinheiro arrecadado. No momento, o instituto está precisando de produtos de higiene, como sabonete, desodorante, shampoo, creme dental, absorvente e fralda. Também faltam latas de leite em pó e casacos quentes para criança. Outra necessidade é de calcinhas e cuecas infantis, que precisam ser novas devido à baixa imunidade das crianças. E faltam roupas de meninos, já que geralmente eles as estragam mais facilmente.
Você pode ajudar ainda participando dos eventos realizados para angariar fundos. O brechó acontece todos os últimos sábados do mês, das 9h às 16h, no térreo da sede. No dia 30 de junho, às 20h, haverá um jantar na Associação Leopoldina Juvenil. No dia 27 de agosto acontecerá o Mac Dia Feliz, no qual todo o dinheiro da venda do Big Mac é revertido para a instituição. No dia 30 de outubro ocorrerá no Parcão a Corrida pela Vida. Pelo site www.ici-rs.org.br ou pelo telefone (51) 3331-8704 é possível obter mais informações sobre os eventos.
O ICI/RS conta também com o projeto "Nota Solidária", do governo do Estado. As notas fiscais arrecadadas são organizadas pelos voluntários, que separam por valor, montam os lotes e as digitam. É possível baixar o programa em um computador pessoal e fazer as digitações em casa.
O centro de apoio tem uma estrutura que proporciona diariamente atividades recreativas, tratamento odontológico, auxílio na compra de medicamentos, distribuição de cestas básicas e vestuários. Há 45 funcionários e 370 voluntários quem atuam no local. Ouça o áudio a seguir:
O Hospital de Clínicas comporta 27 leitos. Ainda há pacientes que fazem quimioterapia, mas não estão internados. Eles ficam na casa de apoio, localizada no pátio do hospital, onde há 54 vagas para acomodar as famílias de pacientes que vêm de todo o Estado. Há voluntárias que fazem a triagem das roupas para serem doadas a essas famílias e às crianças ou serem vendidas no brechó. “O que vai para o brechó é aquilo que nao serve para as famílias, como sapato de salto, roupa de festa, vestidos sofisticados. As nossas mães precisam de moletom, calça jeans, camisetas, sapatos baixos, tênis”, conta Nelci Paixão, voluntária há 14 anos. Felizmente, não faltam pessoas dispostas a serem voluntárias. Elas são selecionadas em março e setembro e recrutadas conforme a necessidade da instituição. Nas reuniões de março cerca de 120 pessoas compareceram. Conforme Caroline Martins, Coordenadora dos Voluntários do ICI/RS, é preciso uma triagem, pois há pessoas que querem trabalhar na recreação, por exemplo, mas já passaram por algum problema de câncer na família e choram só de ver o vídeo institucional: “De cada dez pessoas que procuram o instituto, oito são mulheres e cinco tiveram casos de câncer na familia”, afirma ela.
Olá. Hoje estou iniciando o blog Voluntariado Online. Aqui, irei apresentar diversas instituições que dependem do voluntariado para prosseguir com seus projetos. O intuito desse blog é incentivar possíveis voluntários a iniciar esse bonito trabalho já realizado por muita gente aqui no Rio Grande do Sul e no mundo inteiro. Quero mostrar àqueles que têm o desejo de ajudar, como eles poderão fazer isso, pois muita gente pensa em ajudar, mas não sabe como. Para qualquer dúvida ou comentário o e-mail é voluntariadoonline@hotmail.com.